Os antioxidantes e seu incrível poder rejuvenescedor e reparador de tecidos musculares

Antioxidantes são substâncias que compõem os alimentos funcionais, aqueles que, além de fornecer nutrientes, têm algum efeito benéfico para o corpo, sendo relevante tanto para o bem-estar, quanto para a redução do risco de doenças.
Seus maiores benefícios são retardar o envelhecimento, prevenir doenças crônico-degenerativas e agir na manutenção da saúde em geral.
Portanto, possuem excelentes efeitos ao organismo e tem sido alvo crescente de interesse.
Antioxidantes: o que são?

Radicais livres são espécies reativas de oxigênio, altamente instáveis e com ação oxidante por reagirem rapidamente com diversos alvos celulares. Em excesso, geram efeitos nocivos para o corpo por causar danos às células e tecidos.
Os radicais são constantemente produzidos pelo organismo durante o metabolismo celular para obtenção de energia em atividades intrínsecas do corpo, como a respiração aeróbica, atividade física e na inflamação.
Essa produção é contrabalanceada pela ação dos antioxidantes que são sintetizados pelo corpo ou provenientes da dieta, minimizando a ação dessas moléculas reativas.
Quando somos expostos a fatores exógenos não saudáveis como fumo, dieta rica em lipídeos, consumo excessivo de bebidas alcoólicas, obesidade, radiação ultravioleta, estresse e alguns medicamentos, os radicais são demasiadamente formados.
Consequentemente, há um desequilíbrio entre moléculas pró-oxidativas e aquelas que as inativariam, causando o dano e morte celular, chamado de estresse oxidativo.
Esse processo causa envelhecimento celular precoce e tem sido relacionado a várias doenças degenerativas, tais como as cardiopatias, aterosclerose, problemas pulmonares, artrite, diabetes e cânceres como o de cólon, mama, reto e próstata.
Evidências científicas indicam que uma dieta rica em nutrientes antioxidantes tem um papel muito importante de reduzir os riscos dessas doenças, além dos benefícios para a saúde como um todo.
Quais os principais antioxidantes?

Existem diversas substâncias com essa função protetora, entre elas as vitaminas C, A e E, bem como alguns elementos químicos, como zinco, selênio, cálcio.
Outros elementos como ômega 3, resveratrol, curcumina, capsaicina, carotenoides e flavonoides também têm sido reconhecidos pelos seus efeitos de excelência.
Todas essas substâncias estão presentes naturalmente em alimentos, podendo ainda ser adicionadas a eles ou administradas por suplementos.
São empregadas na indústria alimentícia e farmacêutica com o objetivo de defender o corpo contra os radicais livres.
Antioxidantes: como agem?

Atuam no organismo por meio de diferentes níveis na proteção:
Impedem a formação dos radicais livres, inibindo enzimas responsáveis pela geração de espécies reativas;
Interceptam os radicais já produzidos, impedindo que ataquem os lipídeos, os aminoácidos das proteínas, os ácidos graxos poli-insaturados e as bases do DNA, evitando a formação de lesões celulares;
Reparam as lesões já causadas, reconstituindo as membranas celulares danificadas.
Na prática, supõe-se que a vitamina E e o β-caroteno, por exemplo, possam inibir a oxidação das lipoproteínas de baixa densidade (LDL), o conhecido colesterol ruim, para a sua forma mais aterogênica, protegendo o endotélio dos vasos sanguíneos.
Já as vitaminas C, A e os flavonoides são extremamente importantes na intercepção dos radicais livres e a curcumina estimula as enzimas antioxidantes do próprio corpo.
Enfim, as diversas espécies atuam por diferentes mecanismos tentando minimizar o efeito de envelhecimento
Alimentos antioxidantes

Na dieta, a forma mais simples de consumi-los é ingerir com frequência alimentos naturais como frutas, verduras e legumes, além de sementes, cereais, óleos e plantas aromáticas.
As frutas são riquíssimas em vitaminas C, E, carotenoides e flavonoides. As que mais contém vitamina C são acerola, caju, romã, limão, laranja, melão e morango. Já a maçã e o abacaxi são ricos em fenóis e a uva roxa em resveratrol.
Vale lembrar que quanto mais frescas forem as frutas e sucos, maior o poder antioxidante.
Uma alternativa para não reduzir o efeito benéfico no preparo de sucos são as polpas congeladas, que estagnam o processo de oxidação durante o congelamento.
Entre as hortaliças, cebola, alface lisa, couve-flor e espinafre apresentaram maior capacidade antioxidante quando comparados com outros vegetais. Todavia, couve, cenoura, tomate, vagem e outros vegetais coloridos são válidos.
Temperos também são extremamente poderosos, então vale utilizar grão de pimenta preta, orégano, noz-moscada, manjericão, hortelã, manjerona, alecrim, gengibre e especialmente a cúrcuma, também conhecida como açafrão-da-terra.
Entre as bebidas, uma das mais variadas em compostos fenólicos são os vinhos, especialmente o tinto. Outras boas fontes são os chás verde e preto, e, em menor quantidade, cerveja e licor.
Peixes como o salmão, atum e sardinha, bem como o óleo de linhaça, a chia e o azeite de oliva são ricos em ômega 3, assim como o cacau é rico em polifenóis.
Grãos e sementes em geral também podem ajudar nesse processo por serem ricos em zinco e selênio, como as castanhas de caju ou do Pará, nozes e amêndoas, gérmen de trigo, semente de girassol, arroz integral e feijões.
A melhor forma de consumi-los é na forma natural, frescos, com casca (se houver) e, quando possível, crus ou minimamente manipulados para que não percam as substâncias benéficas.
Os antioxidantes também podem ser adicionados em alimentos processados para evitar odores e sabores rançosos, como é o caso dos sorbatos.
FONTE: https://geracaofit.com/









































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